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O pior porre da minha vida | Casos Pessoais

#715

Se você é antigo no blog, sabe que eu costumava fazer postagens com o tema Casos Pessoais. Consistem em posts onde conto algo do meu cotidiano merecedor de aparecer no NNL. Há algum tempo, decidi deixar de lado esta temática, porém abrirei uma exceção.

O caso pessoal da vez poderia já ter aparecido por aqui há três anos atrás, mas deixei de fora por ser a mais constrangedora situação de toda a minha vida. Chegou a hora de contar sobre o pior porre da minha vida. Chega mais.

Tudo começou no Curso Técnico de Informática, às vésperas do início do último semestre. Um colega meu era baixista de uma banda de grunge – infelizmente, ela não existe mais – e iria fazer um show em um bar temático de uma escola de música – que também não existe mais. Outro colega e eu garantimos o ingresso para acompanhar uma apresentação da banda.

Chegado o dia da apresentação, fui trabalhar com meu pai na desmontagem de móveis para uma mudança, mesmo sabendo do meu compromisso à noite. Como o trabalho não iria terminar a tempo, pedi dispensa e fui para casa. O colega que iria ao show comigo resolveu não ir. Ainda assim fui à apresentação do colega baixista. Começaram, assim, a sequência de fatos inusitados.

Desci nas proximidades do local da apresentação e recebi a informação da localização exata de um mendigo, adivinhando o que eu iria fazer ali. Adentrei o recinto com a mulher responsável pelo controle de entrada me oferecendo uma tatuagem. Recusei a oferta e entrei normalmente.

O show da banda do colega baixista mesclou músicas autorais com covers de bandas de grunge durante aproximadamente 30 minutos. Ao fim do show, acompanhei o colega, o irmão dele, a prima dele e algumas amigas para tomar alguma coisa. Pensei em cerveja ou vodka. Mas a escolha foi vinho.

Não satisfeitos com apenas o vinho, fomos ao mercado mais próximo para comprar comes e bebes: chocolate em tablete, refrigerante de cola e vodka. Misturar tudo isso não poderia dar certo.

Antes dos acontecimentos sequentes, já um pouco embriagado, vi o ônibus que me levaria para casa passado nas proximidades. Naquele momento, pensei em ir embora, considerando o horário – tarde da noite. Seria o famigerado sinal para evitar o que iria acontecer a seguir.

Momentos depois, simplesmente apaguei. Tive, porém, alguns insights do que ocorreu. Lembro de estar deitado no chão, de alguém falar comigo, de estar a caminho de casa, de tomar banho e dormir.

O pior dia da minha vida estava desenhado. Acordei com a pior ressaca possível, e nem falo da dor de cabeça fortíssima, nem do fato de perder algumas moedas da minha carteira ou de perder meu Nokia 500 – saudades Symbian. Foi ver o quanto as pessoas da minha casa estarem extremamente decepcionadas com o episódio.

O reencontro com o colega baixista foi revelador: ele contou tudo o que ocorreu no dia do porre, como o fato de eu ter vomitado, te dado de cara no chão e o porquê dele e os outros acompanhantes terem ido embora, deixando-me na sarjeta. Enfim, uma pequena lavação de roupa suja.

A lição foi aprendida: continuo bebendo “socialmente”, mas evitando exagerar na dose ou de fazer misturas mirabolantes. Não quero uma reprise, remake ou remaster do pior porre possível que uma pessoa pode tomar.

Já passou por experiência tão desagradável como esta? Comente e compartilhe com seus amigos nas redes sociais. Acompanhe os últimos 6 Casos Pessoais clicando em um dos posts abaixo. Até o próximo post.

Por: Not Now Lucas

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notnowlucas

São Paulo - SP
Formado em Informática e antenado no universo da tecnologia, gosto de escrever sobre tudo que me convier. Possuo um Nokia Lumia 730 e não gosto que caçoem de mim.