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Massagista-goleiro, gandula-artilheiro e fair play | Me dê ibagens

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O assunto do fim de semana passado não foi outro no mundo do futebol: o massagista-goleiro que salvou o Aparecidense (GO) da eliminação. Romildo Fonseca da Silva, o Esquerdinha – apelido atribuído por ser irmão do ex-atacante do São Caetano não pensou duas vezes quando o placar do jogo (2 x 2) seria mudado a favor do Tupi (MG) e, por duas vezes, salvou o que seria o gol da classificação dos anfitriões para as quartas-de-final da Série D do Brasileiro.

O lance, que paralisou o jogo momentaneamente em seu final, e causou revolta dos jogadores do Tupi – principalmente pela confirmação da vaga para o Aparecidense – fez o massagista temer pela própria vida. Romildo se safou por ter se escondido à tranca pelo motorista do ônibus no vestiário do estádio.

A confusão ainda pode render sanção: Paulo Schmidt, procurador do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) denunciou tanto o Aparecidense quanto Romildo por conta. A punição seria a realização de uma nova partida, com a consequente anulação do polêmico jogo e até mesmo em um W.O., pois o presidente do clube – que, apesar de repudiar a atitude do massagista, não o demitirá – afirmou não jogar novamente caso haja a remarcação.

Confira o ato “heroico”

Não foi a primeira vez que o fair play foi posto em cheque no futebol nacional. Em 2006, José Carlos Vieira, o Canhoto, teria se aproveitado de uma bobeira da arbitragem para dar uma de gandula artilheiro. A árbitra Silvia Regina de Oliveira e seu auxiliar Marco Antônio de Andrade Motta Júnior validaram um gol do Santacruzense, contra o Atlético Sorocaba (1 x 1), em jogo válido pelo Grupo 3 da Copa Federação Paulista de Futebol daquele ano, em Santa Cruz do Rio Pardo/SP.

Muito se falou sobre o gol ter sido validado por conta do empurrãozinho de Canhoto. Mas, na verdade, a dupla de árbitros viu que a bola dos donos da casa teria tocado a rede pelo lado de dentro, e não pelo lado de fora. Com isso, ele entrou em ação e, com a confirmação do gol, chutou a bola para dentro da meta.

A lambança rendeu punições tanto para Silvia e Marco Antônio quanto para o Santacruzense. No caso do time, uma multa de R$ 50 mil e perda de todos os mandos de jogos até o fim da Copa FPF. Já para Canhoto, rendeu fama e admiração na cidade, virando até técnico de uma escolinha de futebol.

Confira o pseudo-gol

Atualização: 17/09/2013, às 15h00 => em juízo, o Aparecidense foi excluído e, consequentemente, perdeu a vaga para o Tupi. Além disso, Romildo ficará suspenso por 24 partidas, além de uma multa de R$ 500.

Por: Not Now Lucas

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notnowlucas

São Paulo - SP
Formado em Informática e antenado no universo da tecnologia, gosto de escrever sobre tudo que me convier. Possuo um Nokia Lumia 730 e não gosto que caçoem de mim.