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E a fé morreu no Horto

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Lembram quando eu disse para nunca subestimar o São Paulo? Para não dizerem que sou parcial (põe parcial nisso), quero parabenizar o Clube Atlético Mineiro, classificado para as quartas com sobras, de forma justa e limpa.

A diferença entre São Paulo e Atlético/MG foi mostrada no 1º jogo. Após 2/3 quase perfeitos de 1ª etapa, em casa, com gol de Jadson e chances perdidas por Ademilson – suplente de Aloísio, que saiu contudido -, tudo foi por água abaixo por uma expulsão pequena e infantil inversamente proporcional à importância de Lúcio no futebol, aos 35 minuto. À partir deste fato, as velhas e famigeradas falhas do elenco tricolor do Morumbi apareceram: Bernard cruza e, para supresa de muitos, Ronaldinho marcou de cabeça. O Galo, sem exageros, tomou conta do jogo, e marcou o gol da virada, da vitória e da vantagem folgada com Tardelli, renegado no São Paulo.

O discurso geral era de que a expulsão realmente mudou a história do jogo. Cada time tinha seu discurso de respeito e “puxação de sardinha”. São Paulo acreditando que poderia matar o Atlético/MG no Horto, já o Galo, com a certeza de fazer mais uma vítima. E assim foi no Independência, com um Tricolor Paulista sem Osvaldo (principal jogador da equipe atual) e com Douglas – como bem definido por Mauro Beting: que buscou o jogo, mas o jogo não buscou (e nem busca) ele – e um anfitrião disposto a, agora sim, matar o tricampeão da Libertadores. Jô deu a tônica da noite de gala (ou de galo) para um e melancólica para outro, com um gol no 1º tempo. Na vaga chance sãopaulina no início do 2º tempo, com o estreante de fogueira Silvinho (no lugar de Paulo Miranda) perdendo um gol feito, a goleada foi contruída em 7 minutos: Jô de novo, Tardelli – após mais um recuo desastroso de Toloi para Rogério Ceni (em sua última Liberta) – e Jô completando seu hat-trick. Para servir de algum consolo, Luís Fabiano (com a sina de ser “pipoqueiro”, mesmo sem poder fazer muito neste caso) aproveitou o rebote de Vitor em chute de Carleto e definiu o 4 x 1. Nem as expulsões sem nexo de Carleto e Rosinei mudaram alguma coisa.

A mesma equipe que teoricamente menosprezou o São Paulo naquele fim de 1ª fase, poderia alegar a mesma coisa. Mas, dentro de campo e fora dele, foi superior – como vem sendo nesta atual Libertadores e é forte candidato ao título, embora tenha ganho um grande torcedor “anti”. Para o Soberano, é hora de refletir, junta os cacos de um vidro trincado há meses e tentar se reeguer para a disutas dos próximos campeonatos, e isso passa, principalmente, pela comissão diretiva, emcabeçada por Juvenal Juvêncio.

1º jogo: São Paulo 1 x 2 Atlético/MG


2º jogo: Atlético/MG 4 x 1 São Paulo

Por: Not Now Lucas

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notnowlucas

São Paulo - SP
Formado em Informática e antenado no universo da tecnologia, gosto de escrever sobre tudo que me convier. Possuo um Nokia Lumia 730 e não gosto que caçoem de mim.