Acidente, poste e flexível de freio | Casos Pessoais


Hoje (20/12/2011) era para ser mais um dia comum de trabalho. Entregas grandes, entregas com horário, etc. Mas o dia não começou bem não.

O dia começou com meu pai e eu dando carona para um colega dele, no caminhão, às 6h. Andávamos pela Rodovia Anchieta (SP-150), na altura do km 12,5. Íamos passar pelo Taboão (bairro de São Bernardo do Campo), então entramos na última saída antes da divisa entre SP e SBC. O que não esperávamos era um ônibus da Kuba entrando com tudo na contramão, praticamente. Meu pai, para não bater no veículo fretado, desviou rapidamente, mas subiu na calçada e bateu de frente com um poste, que deu um curto-circuito. Eu bati a cabeça numa lâmpada, que começou a sangrar; e a tela do meu celular foi para o saco quebrou. Ainda bem que a coluna do para-choque evitou um acidente mais grave e que todos estávamos de cinto. O que quebrou mesmo foi um flexível de freio – ainda bem que não foi um freio todo. Ah, o colega teve que descer lá mesmo, no local do acidente.

O dia, que parecia estar perdido, graças a troca da peça quebrada, começou tarde, mas começou. Entregas que podia ser feitas até 13h, foram terminadas às 16h30. O que são 3 horas e meia de atraso quando se poderia perder dias, ou até a vida.

Isso só prova o quanto a imprudência (aliado ao jeitinho brasileiro, a péssima sinalização e a falta de planejamento) só prejudica o trânsito tranquilo nas ruas deste país. Um dito cada vez mais real fala o seguinte: o bom motorista dirige por ele e pelos outros. E esses outros podem ser maus motoristas.

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notnowlucas

São Paulo - SP
Formado em Informática e antenado no universo da tecnologia, gosto de escrever sobre tudo que me convier. Possuo um Nokia Lumia 730 e não gosto que caçoem de mim.