Censura, violência e #gamerscontrar7

Como tem gente que quer se achar o salvador da pátria. Exemplos: tragédia no Realengo (querem fazer um plebiscito para a proibição da fabricação de armas no Brasil), e culpa do videogame (querem associar a tragédia com ele, e querem proibir jogos violentos).

Veja o vídeo abaixo:

O vídeo começa dizendo que existe classificação indicativa para diferenciar jogos desde mais softs até mais pesados. Aliás, ela existem para todo o tipo de mídia, seja escrita ou audiovisual. O que é que custa dar uma fiscalizada no que seus filhos jogam?

Também fala sobre a pré-disposição de um cara a cometer crimes. Ou seja, não é um jogo violento que vai influenciar o cara a ser assim, e sim uma junção de outras coisas.

Termina dizendo que o grupo de jornalistas é incompetente. Já acho que todo conteúdo jornalístico passa por um editorial. E que, às vezes, a culpa não é de um jornalista que esta apresentado. A ordem vem de cima (uma matéria sensacional vira uma matéria ótima, por exemplo), de acordo com interesses.

Conclusão: sempre existiram jogos violentos, e só agora descobriram. A incompetência de um político faz com que ele atire para qualquer lado. E se é para proibir jogos violentos, proibam novelas, livros, filmes, imagens do mesmo gênero. Se vale para um, vale para todos. Ou era para ser assim.

Fontes: http://www.chavao.net/fastblog/resposta-a-reportagem-do-domingo-espetacular-sobre-gamers/

http://www.gamesreflexoes.blogspot.com/

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notnowlucas

São Paulo - SP
Formado em Informática e antenado no universo da tecnologia, gosto de escrever sobre tudo que me convier. Possuo um Nokia Lumia 730 e não gosto que caçoem de mim.